EFLÚVIO TELÓGENO (AGUDO E CRÔNICO) - Host Clínica

EFLÚVIO TELÓGENO (AGUDO E CRÔNICO)

A queda de cabelo não é um mal em si. Ao contrário, ela é um mecanismo necessário para a renovação do tecido capilar. Mas, quando ocorre em demasia, acaba por revelar que algo não vai bem. De 100 a 120 fios caindo por dia é perfeitamente normal. Entretanto, quando essa média passa dos 200 fios diários, estamos diante de um quadro conhecido por eflúvio telógeno. Os sinais são muito claros: escova e ralo do chuveiro repletos de fios na hora do penteado e do banho. O distúrbio se divide em agudo e crônico, que ocorrem por causas distintas. O primeiro está sempre associado a algum “gatilho” – evento prévio – ocorrido num período de até 3 meses antes do início da queda, podendo se tratar de: estresse, doença metabólica ou infecciosa, cirurgia, febre, gripe, sinusite, pneumonia, pós-parto e adoção de alguma dieta muito restritiva. Também o uso de certos tipos de medicação é capaz de desencadear o problema. Já o eflúvio telógeno crônico ocorre no longo prazo e tem por principal característica um aumento de volume dos cabelos na base da cabeça e uma redução do seu comprimento. É possível que a condição esteja relacionada a alguma doença autoimune, como, por exemplo, a tireoidite de Hashimoto.

TRATAMENTO

Teoricamente, o eflúvio telógeno se resolve sem necessidade de intervenção terapêutica. Entretanto, nos casos em que há outras condições associadas (calvície ou alopecia senil), é recomendado o tratamento, de forma a se recuperar o volume dos cabelos. Para isso, pode-se fazer uso de medicação que estimule o crescimento dos fios. De qualquer forma, é preciso que o médico investigue a presença de algum fator específico que possa estar dando causa à queda excessiva, como, por exemplo, alguma deficiência nutricional.

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